Pagamentos internacionais travados ou retidos? Por que acontece e o que fazer

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O seu pagamento está travado.

Um pagamento internacional retido ou devolvido é um dos problemas mais comuns que os fundadores de países com altas barreiras nos trazem. Quase sempre existe um motivo específico para ele ter parado – e quase sempre existe uma rota que faz o seu dinheiro voltar a se mover.

Roman Verzin, fundador da USG
Criado por Roman Verzin Fundador e CEO · Empresas de comércio e consultoria em Hong Kong, China e Singapura.

Onde os pagamentos param

Por que o seu pagamento está travado

Um pagamento retido quase sempre tem uma causa específica – mesmo quando o banco não diz qual é. Estas são as que mais vemos, começando pela mais comum.

O banco está retendo o pagamento à espera de documentos

  • “A transferência simplesmente fica parada, e o banco só diz que está em análise.”

Quando um pagamento é maior que o habitual, ou vai para uma contraparte que o banco nunca viu antes, o compliance pode bloquear o pagamento e pedir comprovação – o contrato ou a fatura, e um rastro claro de onde o dinheiro veio. Enquanto isso não voltar limpo, o pagamento não anda.

A solução: responder rápido e por completo, com documentos que batem com o pagamento. Uma história limpa da origem dos recursos, pronta antes de eles pedirem, costuma ser o que libera o pagamento.

Um banco no meio do caminho parou o pagamento

  • “Meu banco enviou, o outro lado nunca recebeu, e ninguém sabe dizer onde está.”

A maioria das transferências internacionais passa por um ou mais bancos correspondentes antes de chegar. Cada um pode fazer a própria verificação de compliance, e qualquer um deles pode reter ou devolver o pagamento – muitas vezes por um motivo que o seu próprio banco não enxerga. Um pagamento em dólar americano, por exemplo, costuma ser compensado por um correspondente nos EUA que aplica as próprias regras a toda a cadeia.

A solução: rastrear onde o dinheiro parou e depois enviar o pagamento por uma cadeia que não tropeça na mesma verificação. Às vezes basta uma moeda diferente ou um banco diferente.

A contraparte ou o país foi sinalizado

  • “Não tinha nada de errado com a gente – era quem estávamos pagando.”

Os bancos costumam fazer a triagem dos dois lados de um pagamento em listas de sanções e de monitoramento. Uma contraparte em um país sensível, ou até um nome comum que coincide com um nome listado, pode parar a transferência enquanto alguém analisa o caso manualmente. Você pode não ter feito nada de errado e ainda assim ser quem fica esperando.

A solução: confirmar o que foi sinalizado e documentar a contraparte direito. Quando o problema é o próprio corredor, levamos o pagamento para uma rota feita para essa geografia.

O pagamento não bate com o negócio

  • “Disseram que a transferência não combinava com o nosso perfil.”

O banco tem uma imagem do que a sua empresa faz – a atividade declarada, e os parceiros e valores que são normais para ela. Um pagamento que não se encaixa nessa imagem é lido como risco, mesmo quando o negócio por trás dele é completamente real. Uma trading que de repente envia um honorário alto de consultoria é o tipo de coisa que faz o banco olhar duas vezes.

A solução: começa antes de o pagamento sequer ser enviado, com a solicitação certa na hora de abrir a conta – não deixada nas mãos de assistentes que não entendem o negócio, mas conduzida por quem sabe mostrar ao banco a imagem completa, em um formato que não levanta dúvidas no compliance. Depois disso, alinhe o pagamento ao negócio que o banco já conhece e documente a operação por trás dele, para que a transferência conte a mesma história que o seu dossiê.

O meio de pagamento não chega a esse país

  • “A plataforma funcionava bem, até tentarmos pagar aquele país.”

Nem todo provedor alcança todo país ou toda moeda. Algumas plataformas de pagamento simplesmente não enviam para certos destinos, e outras não conseguem emitir o tipo de transferência de banco para banco que o banco da contraparte exige para aceitar o dinheiro. O pagamento nunca ia chegar – a rota estava errada desde o começo.

A solução: ajustar o corredor a um provedor ou banco que consiga atendê-lo, e manter um segundo canal de pagamento pronto, para que uma rota bloqueada não pare a sua operação.

Como resolvemos

Como fazemos os seus pagamentos passarem

Não ficamos empurrando o mesmo pagamento de novo torcendo para dar certo. Montamos uma rota que serve para onde o seu dinheiro precisa ir – e provamos que ela funciona antes de você depender dela.

1

Montar uma rota adequada

Nós abrimos uma conta em um banco que lida sem problema com o tipo de pagamento que você faz – ajustado aos países e às moedas com que você trabalha, e não o banco que acabou de recusar você.

2

Preparar uma justificativa limpa

Montamos uma justificativa clara para o pagamento e os documentos por trás dele, para que o banco veja exatamente para que serve o dinheiro e de onde ele veio.

3

Confirmar antes com o banco

Antes de o dinheiro sair, levamos o caso aos gerentes do banco e confirmamos que o pagamento será aceito – para você não fazer o teste com o próprio dinheiro.

4

Deixar você com uma estrutura que funciona

Você termina com mais do que um resgate pontual – uma rota de pagamento em que pode confiar para os negócios que vierem depois deste.

Por que nós

Por que quase sempre encontramos uma rota

Tocamos vários negócios transfronteiriços nossos e, para clientes, cuidamos da contabilidade e damos consultoria a dezenas de outros. De um jeito ou de outro, já testamos ou lidamos com mais de 50 instituições financeiras, e entendemos as particularidades de cada uma – é assim que fazemos uma escolha melhor para você.

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Nós mesmos pagamos usando essas rotas

Os nossos próprios negócios enviam pagamentos internacionais por muitas das mesmas rotas que você usa. E, como consultores e contadores por trás de dezenas de empresas clientes, vemos essa mesma geografia por dentro.

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Sabemos como cada provedor se comporta

Já trabalhamos com uma grande variedade de bancos e plataformas de pagamento nesses mercados. Na maioria dos casos, já sabemos como um provedor vai tratar o seu pagamento, porque nós mesmos já o usamos.

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Então sabemos onde procurar

É por isso que entendemos o que um banco precisa ver antes de liberar um pagamento, e quais rotas lícitas existem quando a óbvia está fechada.

Antes da conversa

Perguntas frequentes sobre pagamentos travados

Se a sua não estiver aqui, agende uma conversa – falamos diretamente sobre a sua situação.

O meu pagamento está “em processamento” há duas semanas. Ele está perdido?

Quase nunca. Um pagamento retido ou em análise ainda está parado em algum ponto do caminho por onde foi enviado, não sumiu – talvez no seu próprio banco, talvez parado em um banco no meio do caminho. O primeiro trabalho é descobrir onde ele foi parar e por quê. Depois que sabemos isso, a maioria dos casos termina com o dinheiro liberado ou devolvido a você, para ser enviado por um caminho melhor.

O banco está pedindo documentos de um pagamento. O que eles querem de verdade?

Em geral, eles querem ver para que serve o pagamento e de onde veio o seu dinheiro. Um contrato assinado ou uma fatura, mais um rastro da origem dos recursos que bata com o histórico da sua conta, cobrem a maior parte dos pedidos. Quanto mais rápida e limpa for a resposta, mais rápido a retenção é liberada – bancos leem o silêncio como algo a esconder.

Vocês conseguem recuperar um pagamento que já foi devolvido ou bloqueado?

Na maioria das vezes, sim – depende de onde ele parou. Um pagamento devolvido para a sua conta é o caso fácil: descobrimos por que ele voltou e o enviamos de novo por uma rota que vá aceitá-lo. Um pagamento retido dentro de um banco correspondente demora mais e nem sempre está inteiramente nas nossas mãos, mas em quase todos os casos o dinheiro volta para você – só pode demorar mais.

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Comece com uma conversa

Vamos descobrir onde está o seu dinheiro.

Temos uma conversa de trinta minutos. Você explica o que aconteceu, e descobrimos juntos o que dá para fazer para o pagamento passar.

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